A atmosfera no Domo Polideportivo Zona 13 era pura emoção esportiva. 🔥 Nas arquibancadas torcedores guatemaltecos vibravam a cada arremesso, contagiando o ginásio com energia total. As partidas começaram com ritmos alucinantes, com transições rápidas de ataque, fintas de corpo a cada giro e bloqueios em “V” bem executados. Jogadas velozes de contra-ataque e passes precisos aos extremos e pivôs colocaram em prática cada conceito técnico do handebol. O clima fervilhante lembrava uma crônica esportiva viva, unindo a torcida em uma festa de cores e áudio enquanto as equipes encaravam intensos duelos em quadra.

Jogo 1: Nicarágua Feminino vs El Salvador Feminino: Domínio Nicaraguense

O jogo de abertura foi puro fogo: a seleção feminina da Nicarágua atropelou El Salvador por incríveis 41-20. 🔥 Em um primeiro tempo de altíssima intensidade ofensiva, as “Guerreras Azul e Branco” abriram vantagem de 18 a 10 com gols de sete metros certeiros e jogadas ensaiadas. A pivot e as jogadoras de meio-campo utilizavam fintas de corpo para enganar a defesa adversária e finalizavam rápido no pivô.

No segundo tempo, o ritmo não caiu: contra-ataques fulminantes e arremessos tomaram conta da quadra. Mesmo com trocas de gol, as nicaraguenses mantiveram a superioridade, deixando a torcida (composta em grande parte pela silenciosa torcida visitante, já que a casa era território neutro) impressionada com a eficiência ofensiva de seu ataque. Sem conseguir segurar as pontas, El Salvador cedeu mais gols e viu a partida se despedaçar em favor da Nicarágua. 🎯💥 O placar elástico reflete a atuação coletiva dominante das nicaráguas no ataque, com destaque para a transição rápida e precisão nos passes às extremas e pivôs que culminaram nos gols decisivos.

Jogo 2: Nicarágua Masculino vs Costa Rica Masculino: Final de Arrepiar

O duelo masculino entre Nicarágua e Costa Rica foi equilibrado e decidido apenas nos últimos segundos. 🛡️ O placar final foi apertado, 30-28, com a Costa Rica levando a melhor graças a um contragolpe fatal nos momentos finais. As duas equipes trocaram ataques velozes e defesas sólidas: o jogo teve muitos contra-ataques e até jogadas de sete metros, onde a habilidade nos arremessos e na defesa de goleiros se sobressaía. O arqueiro costarriquenho Román Solano brilhou sob as traves, fazendo defesas espetaculares em chutes de longa distância e nos tentos preciosos de último minuto.

No corpo a corpo dentro da área, as defesas em “V” e posicionamentos firmes impediram muitas finalizações, forçando pontes aéreas para os contra-ataques. No fim, em um lance de contra-ataque bem trabalhado, a Costa Rica selou o placar.

Jogo 3: Guatemala Feminino vs Panamá Feminino: Goleada das Chapinas

A seleção guatemalteca feminina entrou em quadra nesta sexta como um verdadeiro rolo compressor. 🎯🏟️ O jogo contra o Panamá terminou em incríveis 52-7, uma vitória avassaladora de ponta a ponta. As “Chapinas” montaram um verdadeiro espetáculo de gol após gol: os arremessos precisos das extremas e as infiltrações do pivô construiam e finalizavam os contra-ataques num ritmo alucinante. A torcida local explodiu a cada gol e sacudiam as arquibancadas.

O ginásio parecia à beira de um colapso de alegria, com os fãs empurrando as jogadoras a cada bola dominada. A defesa panamenha tentou resistir com um bloqueio em “V” e goleira exigida, mas foi completamente superada pelo volume de jogo chapin. Nos contra-ataques, as guatemaltecas aplicavam chutes em suspensão sem piedade, muitas vezes celebrados com abraços coletivos. A ala feminina de Guatemala demonstrou compreensão tática absoluta: fintas de corpo abriram espaço nas alas para passes rápidos, e cada arremesso se transformava quase em gol. A vitória massiva na conta final refletiu não apenas o talento individual de jogadoras como Kacidy Abularach – MVP da partida, mas também uma sintonia de time, que encontrou força e confiança na vibração da torcida.

Jogo 4: Guatemala Masculino vs Panamá Masculino: Decisão Chapina

No duelo masculino entre Guatemala e Panamá, as chapinas dominaram do início ao fim. No primeiro tempo, abriram 16-10 no placar com contra-ataques e defesas fortes. O segundo tempo seguiu a mesma trilha: a seleção da casa administrou a vantagem, com os pivôs guatemaltecos driblando a marcação e arremessando de ângulos difíceis, enquanto a defesa bloqueava as ações panamenhas. O placar final manteve larga diferença a favor da Guatemala 33-16, espelhando a superioridade clara dos mandantes.

A partida teve gols de sete metros convertidos, defesas espetaculares dos goleiros da casa e alguns momentos de tensão apenas nos primeiros instantes, quando os panamenhos chegaram a encostar no placar. Mas a consistência guatemalteca prevaleceu. O extremo guatemalteco, por exemplo, foi um tormento para a marcação rival, alternando fintas de corpo e lançamentos rápidos aos companheiros no pivô.

No final, o resultado refletiu a atuação coletiva sólida dos anfitriões, contagiados pela energia da torcida.

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